terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de setembro de 2010
Conto - Uma nova experiencia
Uma amiga minha chamada Sara convidou-me a ir visita-la a Lisboa.
Como já tinham acabado as aulas na faculdade resolvi aceitar o convite e lá embarquei eu no alfa em direcção à capital. Após algumas horas de viagem cheguei à Gare do Oriente e ela estava a minha espera, Cumprimentarmo-nos e eu elogiei-a, já não a via há 2 anos e ela estava simplesmente linda. Fomos tomar um café perto da estação e seguimos para sua casa.
Ela disse-me que tinha de ir trabalhar no dia seguinte e que depois entraria de férias e eu disse-lhe que não havia problemas que passaria o dia a ler um livro ou a ver uns filmes.
No dia seguinte tomamos o pequeno-almoço e ela foi trabalhar e eu voltei á cama, tinha tido umas semanas complicadas na faculdade e achei que poderia descansar mais umas horas. Adormeci e passada uma ou duas horas acordei e como já me sentia descansado resolvi ver a colecção de filmes da Sara.
A sua colecção era variada e lá encontrei um filme que gostasse, ao arrumar os outros filmes na estante reparei que ela tinha mais alguns filmes no fundo da prateleira meio escondidos. Ao vê-los fiquei meio surpreendido eram filmes eróticos de bdsm mais precisamente de dominação feminina e feminilização. Já sabia que a Sara gostava de algumas brincadeiras mais kinkys, mas nunca a tinha visto como dominadora, facto que me surpreendeu. Guardei o filme que tinha inicialmente escolhido e resolvi ver um dos seus filmes "secretos", preparei a sala para a sessão de cinema e antes de começar a ver o filme fui ao quarto buscar o telemóvel. No quarto ela tinha deixado a porta do roupeiro aberta e curioso como sou dei uma vista de olhos pela sua roupa. Ela sempre tivera bom gosto e isso reflectia-se na sua lingerie. Ela sempre usara lingerie sexy.
Voltei a sala e comecei a ver o filme, a actriz que era dominadora humilhava um submisso e obrigara-o ser sua escrava e vestia-o de empregada. Eu nunca tinha sentido qualquer atracção por bdsm, mas senti-me bastante excitado ao ver o filme, tendo em conta que a actriz era igualmente morena como a Sara, comecei a imaginar-me na situação do submisso. Terminado o filme encontrava-me extremamente excitado e como tal dirigi-me a casa de banho para resolver a minha situação.
Na casa de banho e reparei que ela tinha deixa-lo um conjunto de lingerie no cesto para lavar e como sou magro e estatura média e a Sara é mais ou menos da minha altura por curiosidade resolvi experimentar a lingerie. ficou um bocadinho justa mas servia. ao ver-me ao espelho agradou-me o que via. Como era ainda cedo seriam mais ou menos 13h e sabendo que a Sara só chegaria pelas 16h resolvi ir ao seu roupeiro e procurar um vestido largo tipo indiano, felizmente ela tinha um e tinha um cinto que aproveitei para apertar o vestido á cintura. voltei á casa de banho e procurei um collants ou umas ligas já que estava vestido de mulher queria saber qual a sensação que teria ao usar os collants. ela não tinha nenhum par no cesto e novamente procurei no seu roupeiro e encontrei um cinto de ligas e as respectivas meias. ao procurar nas suas gavetas encontrei dois pares de algemas umas para os pulsos e outras para os tornozelos e pulsos e uma gag ball. vi umas chaves junto a elas e peguei nas algemas e coloquei-as em cima da cama. coloquei a gag ball e os dois pares de algemas, dirigi-me a sala e coloquei outro filme no leitor e como este demorava cerca de uma hora achei que teria tempo de retirar as algemas, a gag, o vestido e a lingerie.
pus-me a ver o filme. Neste o filme vi que a dominadora algemara o submisso com as mãos atrás das costas, o que achei que deveria fazer, e a cerca de meio do filme, recebi uma mensagem dela a dizer que estava a caminho de casa e para eu me arranjar para ir tomar um café assim que chega-se. meio assustado levantei-me e com algum esforço dirigi-me para o quarto. ao chegar ao quarto peguei nas chaves e dirigi-me á casa de banho para me trocar e ir tomar um banho. ao fechar a porta da casa de banho sentei-me na borda da banheira e meio a tremer experimentei as chaves mas não consegui dar com o buraco das fechaduras porque estava com as mãos meio dormentes, com a atrapalhação as chaves caíram dentro da banheira e ai eu senti-me perdido sem saber como explicar como me encontrá-la naquela situação. Tentei sem sucesso recuperar as chaves que se encontravam na banheira e entretanto a Sara chegou a casa. Chamou por mim e ao não responder ela procurou-me pela e veio a dar comigo na casa de banho. Ela ao abrir a porta ficou a observar-me durante uns segundos que me pareceram horas. Ela dirige-se a mim e retirou a gag e eu pedi para ela não ficar zangada comigo que sabia que tinha feito uma coisa errada e pedi para ela me libertar que eu ia pegar nas minhas coisas e ia embora. Ela disse-me que eu não ia a lado nenhum, disse-me para me levantar e ir até à sala e espera-la sentado no sofá. Sem dizer nada fiz o que me mandou e ela seguiu-me. Senti-me bastante envergonhado pelo que tinha feito e ela disse-me para lhe contar o que tinha feito durante a sua ausência, contei-lhe como tinha sido o meu dia e ela começou a sorrir, senti-me um pouco aliviado mas sabia que não estava safo. Ela a seguir bombardeou-me com uma dúzia de perguntas. fazes isto a muito tempo, queres ser mulher, és gay, já foste dominado, etc... etc... etc... disse-lhe que não costumava fazer isto, tinha algumas vezes tido a curiosidade de me vestir de mulher mas nunca o tinha feito. não sou gay, não quero ser mulher e nunca tinha sido dominado. Ela perguntou-me se me sentia desconfortável, respondi-lhe que sim, estava desconfortável com toda a situação. Ela perguntou-me se me sentia desconfortável estando a vestir roupa de mulher disse-lhe que não, a lingerie e o vestido eram de um tecido suave o que era agradável. Pedi-lhe que me retira-se as algemas para eu puder trocar de roupa, ela disse-me que ainda não. que ainda queria saber mais coisas. Senti-me por um lado aliviado pois vi que ela não tinha ficado zangada comigo, mas não percebi porque ela não me libertava das algemas. Ela continuou com as perguntas e eu sem outra opção fui respondendo ao que me perguntava, por fim libertou-me e quando me levantava disse-me para me sentar e voltou a colocar-me as algemas e a gag, com as mãos algemadas ela disse-me que ira-mos acabar de ver o filme enquanto decidia o que fazer comigo. Ela pegou num lenço e vendou-me os olhos, o que me deixou apenas com a audição. Mandou-me sentar de lado no sofá com ela na outra ponta deitada. Enquanto eu ouvia o filme ela mandou-me ficar imóvel independente do que ela fazia. Com o seu pé, ela brincava na cuequinha que eu tinha vestida o que me deixava cada vez mais excitado, mandou-me que me aguenta-se que se me viesse seria pior. Por fim o filme acabou e eu estava quase a arrebentar de excitação. Ao ver-me ordenou que me levanta-se e com sua mão agarrou o meu braço e levou-me para a varanda. Felizmente ela morava no 10 andar e quem me visse provavelmente não saberia se era um homem ou uma mulher, esperava eu. Na sua varanda havia duas cadeiras e ela sentou-me numa e algemou-me a ela e retirou-me a venda, sentou-se na outra e disse-me. Já suspeitava que eras capaz de gostar de estar assim, e foi por isso que deixei os filmes para tu os encontrares. Fiquei muito feliz ao confirmar as minhas suspeitas pena não termos descoberto isto á mais tempo. Seja como for, tenho algo a contar-te, vou ser transferida para o Porto e como acho que temos algo aqui quero continuar a brincar contigo lá em cima. É verdade a minha empresa tem uma casa no Alentejo e o meu chefe autorizou-me a usa-la por isso amanhã vamos para lá. Como a casa é isolada, prepara-te que vamos passar uns dias lá, há e vais ser a minha menina lá. Por isso já só vestes as tuas roupas quando estivermos fora de casa. Sei que estás ai quase a estourar mas vamos á casa de banho tomar um banho juntos e depois vais usar o que eu escolher.
Toma-mos banho e ela escolheu uma lingerie sua de renda branca, depois deu-me uns calções meus e uma t-shirt preta. Mandou-me vestir e disse-me que íamos à rua às compras. Sai-mos e eu sentia-me nervoso. Disse-me para me acalmar que o que mais havia era homens a usar lingerie. Fomos tomar café e de seguida fomos a uma loja de roupa de senhora. Ao chegar cumprimentou a funcionária e disse-lhe que vínhamos comprar lingerie e mais umas peças para mim, fiquei vermelho e a funcionária disse-me que aquilo acontecia todos os dias. Elas lá escolheram alguns conjuntos, um babydoll, um corpete e três ou quatro vestidos. Paguei a conta e a funcionária despediu-se de nós com um beijo na face a ambos e pediu a Sara que me tirasse uma foto com cada peça e lhas envia-se. A Sara concordou. Voltamos a casa e tive de mudar de roupa, como não queria que eu estreasse logo a roupa nova vesti o mesmo vestido de tarde e fui ter com ela á sala. Janta-mos e quando fomos deitar entregou-me um dos babydoll para dormir, já na cama, perguntou-me se não queria voltar a trás com o acordo que não havia problema, disse-lhe que queria ver como corria o resto das férias, ela sorriu e fizemos amor e adormece-mos agarrados um ao outro.
No dia seguinte acordamos tomamos o pequeno-almoço e voltei a vestir os calções e a t-shirt com lingerie por debaixo. Entramos no seu carro e depois de sairmos de Lisboa e atraversar-mos o Tejo entramos no Alentejo. Passado uma hora de viagem ela parou o carro e mandou-me despir as minhas roupas e ficar em lingerie, a inicio fiquei preocupado e ela disse-me que não havia ninguém por perto. Fiz o que me mandou e ela tirou uma foto com o telemovel e de seguida tirou um vestido da mala e mandou-me vesti-lo o que fiz rapidamente e entrei no carro, depois de colocar o cinto de segurança entregou-me as algemas e eu algemei-me. Seguimos viagem e depois de passar por uma dessas aldeias perdidas pelo Alentejo vimos uma operação stop, fiquei preocupado quando fomos parados por uma militar da GNR, a mulher aproximou-se da viatura e ficou a olhar para mim e perguntou o que se passava, Sara respondeu-lhe que eu era um amigo que se tinha portado mal e que ia ser castigado, a militar perguntou-me se era verdade e eu vermelho como tudo gaguejei que sim. Ela riu-se e mandou-nos seguir. Fizemos o resto da viagem a rir com a situação. E finalmente chegamos á casa. Depois de nos acomodar-mos fomos almoçar, com o calor que estava deitamo-nos a descansar e ao fim da tarde viemos aproveitar o sol. Reparei que a casa tinha piscina e estava bem tratada. Tinha também uma adega na cave com uma grade a vedar o acesso.
Sara entregou-me um embrulho que eu abri e vi que eram uns sapatos de salto alto e disse-me que devia usa-los sempre, ao inicio foi complicado porque não estava habituado. Mas lá me habituei. No dia seguinte levantamo-nos e Sara decidiu que as brincadeiras iam começar. Levou-me para a adega, junto a uma pipa havia uma corrente que prendeu à minha perna direita e algemou-me á grade da janela. Mandou-me dobrar o corpo, levantou-me o vestido e baixou-me a cuequinha começou a brincar comigo dando-me palmadas na rabo e brincando com os dedos, isto levou-me quase a um orgasmo. Mandou-me ajoelhar e disse-me para não sair dali, no estado em que estava não podia ir a lado nenhum. Ela ao sair da adega fechou a porta deixou-me ali duas horas. Ao voltar pediu-me desculpa mas como tinha ficado cansada tinha ido dar um mergulho para relaxar. Eu ia a reclamar e ela deu-me um beijo e colocou a gag. Libertou-me das algemas e voltou a coloca-las de seguida ajeitando-me a cuequinha e o vestido, libertou-me da corrente da pipa e ao chegar-mo ao centro da adega onde estava um pilar do edifício, pegou numa corrente e prendeu-me junto ao pilar. Voltou a sair regressando logo a seguir com uma refeição e disse-me se te portares bem deixo-te ir dormir lá acima ao quarto se não dormes aqui. Sem saber como reagir deixei-a dar-me de comer, voltado a ficar amordaçado de seguida. Ela retirou a corrente e deitou-me no seu colo onde levei várias palmadas ficando com o rabo a arder. Disse-me que eram por não ter portado bem. Colocou-me uma coleira e prendeu a corrente á grade da janela, disse-me que ela tinha comprimento suficiente para eu poder me deslocar na adega e usar a casa de banho que existia a um canto. Voltou a sair e fiquei sozinho durante o resto do dia. Á noite ela regressou com outra refeição e voltou a dar-me de comer. Levantou-se saiu e regressou com um cobertor e disse-me vais dormir aqui esta noite porque não me tratas-te por senhora. Fiquei quase com lágrimas nos olhos e baixei a cabeça. No dia seguinte ela apareceu devia ser perto do meio-dia, e ao retirar-me a gag, disse-lhe bom dia minha senhora, ela riu-se e disse já é boa tarde mas o esforço, gostei. Retirou-me a corrente que estava presa à coleira e seguia ao rés-do-chão da casa até à sala e lá estava a militar da GNR, ela riu-se e deu-me uma palmada no rabo. A senhora Sara retirou as algemas e massajei os pulsos que estavam doridos, mandou-me tomar banho e vestir a roupa que tinha deixado na casa de banho, cumpri as suas ordens regressando á sala com um vestido azul e uma lingerie também azul. Almoçamos e mandaram-me lavar a louça. A militar estava fora de serviço e ambas foram para a piscina fui ter com elas e ambas começaram a dizer como deveria agir e a ser mais feminina, o resto das férias correu com diversas brincadeiras a três e por fim quando regressamos a Lisboa voltei a vestir-me só com as minhas roupas. Sara disse-me que ia para o Porto no mês seguinte e que eu deveria todos os dias em casa andar com as roupas que tínhamos comprado. Fomos até à gare do oriente e enquanto esperava pelo alfa a funcionária da loja veio se despedir de mim e perguntou se eu tinha gostado da irmã que era a militar da GNR. Sorri e entrei para o comboio e parti. Desde esse dia que em casa uso lingerie e não só. A Sara vem daqui a uns dias e vamos voltar a estar juntos.
Como já tinham acabado as aulas na faculdade resolvi aceitar o convite e lá embarquei eu no alfa em direcção à capital. Após algumas horas de viagem cheguei à Gare do Oriente e ela estava a minha espera, Cumprimentarmo-nos e eu elogiei-a, já não a via há 2 anos e ela estava simplesmente linda. Fomos tomar um café perto da estação e seguimos para sua casa.
Ela disse-me que tinha de ir trabalhar no dia seguinte e que depois entraria de férias e eu disse-lhe que não havia problemas que passaria o dia a ler um livro ou a ver uns filmes.
No dia seguinte tomamos o pequeno-almoço e ela foi trabalhar e eu voltei á cama, tinha tido umas semanas complicadas na faculdade e achei que poderia descansar mais umas horas. Adormeci e passada uma ou duas horas acordei e como já me sentia descansado resolvi ver a colecção de filmes da Sara.
A sua colecção era variada e lá encontrei um filme que gostasse, ao arrumar os outros filmes na estante reparei que ela tinha mais alguns filmes no fundo da prateleira meio escondidos. Ao vê-los fiquei meio surpreendido eram filmes eróticos de bdsm mais precisamente de dominação feminina e feminilização. Já sabia que a Sara gostava de algumas brincadeiras mais kinkys, mas nunca a tinha visto como dominadora, facto que me surpreendeu. Guardei o filme que tinha inicialmente escolhido e resolvi ver um dos seus filmes "secretos", preparei a sala para a sessão de cinema e antes de começar a ver o filme fui ao quarto buscar o telemóvel. No quarto ela tinha deixado a porta do roupeiro aberta e curioso como sou dei uma vista de olhos pela sua roupa. Ela sempre tivera bom gosto e isso reflectia-se na sua lingerie. Ela sempre usara lingerie sexy.
Voltei a sala e comecei a ver o filme, a actriz que era dominadora humilhava um submisso e obrigara-o ser sua escrava e vestia-o de empregada. Eu nunca tinha sentido qualquer atracção por bdsm, mas senti-me bastante excitado ao ver o filme, tendo em conta que a actriz era igualmente morena como a Sara, comecei a imaginar-me na situação do submisso. Terminado o filme encontrava-me extremamente excitado e como tal dirigi-me a casa de banho para resolver a minha situação.
Na casa de banho e reparei que ela tinha deixa-lo um conjunto de lingerie no cesto para lavar e como sou magro e estatura média e a Sara é mais ou menos da minha altura por curiosidade resolvi experimentar a lingerie. ficou um bocadinho justa mas servia. ao ver-me ao espelho agradou-me o que via. Como era ainda cedo seriam mais ou menos 13h e sabendo que a Sara só chegaria pelas 16h resolvi ir ao seu roupeiro e procurar um vestido largo tipo indiano, felizmente ela tinha um e tinha um cinto que aproveitei para apertar o vestido á cintura. voltei á casa de banho e procurei um collants ou umas ligas já que estava vestido de mulher queria saber qual a sensação que teria ao usar os collants. ela não tinha nenhum par no cesto e novamente procurei no seu roupeiro e encontrei um cinto de ligas e as respectivas meias. ao procurar nas suas gavetas encontrei dois pares de algemas umas para os pulsos e outras para os tornozelos e pulsos e uma gag ball. vi umas chaves junto a elas e peguei nas algemas e coloquei-as em cima da cama. coloquei a gag ball e os dois pares de algemas, dirigi-me a sala e coloquei outro filme no leitor e como este demorava cerca de uma hora achei que teria tempo de retirar as algemas, a gag, o vestido e a lingerie.
pus-me a ver o filme. Neste o filme vi que a dominadora algemara o submisso com as mãos atrás das costas, o que achei que deveria fazer, e a cerca de meio do filme, recebi uma mensagem dela a dizer que estava a caminho de casa e para eu me arranjar para ir tomar um café assim que chega-se. meio assustado levantei-me e com algum esforço dirigi-me para o quarto. ao chegar ao quarto peguei nas chaves e dirigi-me á casa de banho para me trocar e ir tomar um banho. ao fechar a porta da casa de banho sentei-me na borda da banheira e meio a tremer experimentei as chaves mas não consegui dar com o buraco das fechaduras porque estava com as mãos meio dormentes, com a atrapalhação as chaves caíram dentro da banheira e ai eu senti-me perdido sem saber como explicar como me encontrá-la naquela situação. Tentei sem sucesso recuperar as chaves que se encontravam na banheira e entretanto a Sara chegou a casa. Chamou por mim e ao não responder ela procurou-me pela e veio a dar comigo na casa de banho. Ela ao abrir a porta ficou a observar-me durante uns segundos que me pareceram horas. Ela dirige-se a mim e retirou a gag e eu pedi para ela não ficar zangada comigo que sabia que tinha feito uma coisa errada e pedi para ela me libertar que eu ia pegar nas minhas coisas e ia embora. Ela disse-me que eu não ia a lado nenhum, disse-me para me levantar e ir até à sala e espera-la sentado no sofá. Sem dizer nada fiz o que me mandou e ela seguiu-me. Senti-me bastante envergonhado pelo que tinha feito e ela disse-me para lhe contar o que tinha feito durante a sua ausência, contei-lhe como tinha sido o meu dia e ela começou a sorrir, senti-me um pouco aliviado mas sabia que não estava safo. Ela a seguir bombardeou-me com uma dúzia de perguntas. fazes isto a muito tempo, queres ser mulher, és gay, já foste dominado, etc... etc... etc... disse-lhe que não costumava fazer isto, tinha algumas vezes tido a curiosidade de me vestir de mulher mas nunca o tinha feito. não sou gay, não quero ser mulher e nunca tinha sido dominado. Ela perguntou-me se me sentia desconfortável, respondi-lhe que sim, estava desconfortável com toda a situação. Ela perguntou-me se me sentia desconfortável estando a vestir roupa de mulher disse-lhe que não, a lingerie e o vestido eram de um tecido suave o que era agradável. Pedi-lhe que me retira-se as algemas para eu puder trocar de roupa, ela disse-me que ainda não. que ainda queria saber mais coisas. Senti-me por um lado aliviado pois vi que ela não tinha ficado zangada comigo, mas não percebi porque ela não me libertava das algemas. Ela continuou com as perguntas e eu sem outra opção fui respondendo ao que me perguntava, por fim libertou-me e quando me levantava disse-me para me sentar e voltou a colocar-me as algemas e a gag, com as mãos algemadas ela disse-me que ira-mos acabar de ver o filme enquanto decidia o que fazer comigo. Ela pegou num lenço e vendou-me os olhos, o que me deixou apenas com a audição. Mandou-me sentar de lado no sofá com ela na outra ponta deitada. Enquanto eu ouvia o filme ela mandou-me ficar imóvel independente do que ela fazia. Com o seu pé, ela brincava na cuequinha que eu tinha vestida o que me deixava cada vez mais excitado, mandou-me que me aguenta-se que se me viesse seria pior. Por fim o filme acabou e eu estava quase a arrebentar de excitação. Ao ver-me ordenou que me levanta-se e com sua mão agarrou o meu braço e levou-me para a varanda. Felizmente ela morava no 10 andar e quem me visse provavelmente não saberia se era um homem ou uma mulher, esperava eu. Na sua varanda havia duas cadeiras e ela sentou-me numa e algemou-me a ela e retirou-me a venda, sentou-se na outra e disse-me. Já suspeitava que eras capaz de gostar de estar assim, e foi por isso que deixei os filmes para tu os encontrares. Fiquei muito feliz ao confirmar as minhas suspeitas pena não termos descoberto isto á mais tempo. Seja como for, tenho algo a contar-te, vou ser transferida para o Porto e como acho que temos algo aqui quero continuar a brincar contigo lá em cima. É verdade a minha empresa tem uma casa no Alentejo e o meu chefe autorizou-me a usa-la por isso amanhã vamos para lá. Como a casa é isolada, prepara-te que vamos passar uns dias lá, há e vais ser a minha menina lá. Por isso já só vestes as tuas roupas quando estivermos fora de casa. Sei que estás ai quase a estourar mas vamos á casa de banho tomar um banho juntos e depois vais usar o que eu escolher.
Toma-mos banho e ela escolheu uma lingerie sua de renda branca, depois deu-me uns calções meus e uma t-shirt preta. Mandou-me vestir e disse-me que íamos à rua às compras. Sai-mos e eu sentia-me nervoso. Disse-me para me acalmar que o que mais havia era homens a usar lingerie. Fomos tomar café e de seguida fomos a uma loja de roupa de senhora. Ao chegar cumprimentou a funcionária e disse-lhe que vínhamos comprar lingerie e mais umas peças para mim, fiquei vermelho e a funcionária disse-me que aquilo acontecia todos os dias. Elas lá escolheram alguns conjuntos, um babydoll, um corpete e três ou quatro vestidos. Paguei a conta e a funcionária despediu-se de nós com um beijo na face a ambos e pediu a Sara que me tirasse uma foto com cada peça e lhas envia-se. A Sara concordou. Voltamos a casa e tive de mudar de roupa, como não queria que eu estreasse logo a roupa nova vesti o mesmo vestido de tarde e fui ter com ela á sala. Janta-mos e quando fomos deitar entregou-me um dos babydoll para dormir, já na cama, perguntou-me se não queria voltar a trás com o acordo que não havia problema, disse-lhe que queria ver como corria o resto das férias, ela sorriu e fizemos amor e adormece-mos agarrados um ao outro.
No dia seguinte acordamos tomamos o pequeno-almoço e voltei a vestir os calções e a t-shirt com lingerie por debaixo. Entramos no seu carro e depois de sairmos de Lisboa e atraversar-mos o Tejo entramos no Alentejo. Passado uma hora de viagem ela parou o carro e mandou-me despir as minhas roupas e ficar em lingerie, a inicio fiquei preocupado e ela disse-me que não havia ninguém por perto. Fiz o que me mandou e ela tirou uma foto com o telemovel e de seguida tirou um vestido da mala e mandou-me vesti-lo o que fiz rapidamente e entrei no carro, depois de colocar o cinto de segurança entregou-me as algemas e eu algemei-me. Seguimos viagem e depois de passar por uma dessas aldeias perdidas pelo Alentejo vimos uma operação stop, fiquei preocupado quando fomos parados por uma militar da GNR, a mulher aproximou-se da viatura e ficou a olhar para mim e perguntou o que se passava, Sara respondeu-lhe que eu era um amigo que se tinha portado mal e que ia ser castigado, a militar perguntou-me se era verdade e eu vermelho como tudo gaguejei que sim. Ela riu-se e mandou-nos seguir. Fizemos o resto da viagem a rir com a situação. E finalmente chegamos á casa. Depois de nos acomodar-mos fomos almoçar, com o calor que estava deitamo-nos a descansar e ao fim da tarde viemos aproveitar o sol. Reparei que a casa tinha piscina e estava bem tratada. Tinha também uma adega na cave com uma grade a vedar o acesso.
Sara entregou-me um embrulho que eu abri e vi que eram uns sapatos de salto alto e disse-me que devia usa-los sempre, ao inicio foi complicado porque não estava habituado. Mas lá me habituei. No dia seguinte levantamo-nos e Sara decidiu que as brincadeiras iam começar. Levou-me para a adega, junto a uma pipa havia uma corrente que prendeu à minha perna direita e algemou-me á grade da janela. Mandou-me dobrar o corpo, levantou-me o vestido e baixou-me a cuequinha começou a brincar comigo dando-me palmadas na rabo e brincando com os dedos, isto levou-me quase a um orgasmo. Mandou-me ajoelhar e disse-me para não sair dali, no estado em que estava não podia ir a lado nenhum. Ela ao sair da adega fechou a porta deixou-me ali duas horas. Ao voltar pediu-me desculpa mas como tinha ficado cansada tinha ido dar um mergulho para relaxar. Eu ia a reclamar e ela deu-me um beijo e colocou a gag. Libertou-me das algemas e voltou a coloca-las de seguida ajeitando-me a cuequinha e o vestido, libertou-me da corrente da pipa e ao chegar-mo ao centro da adega onde estava um pilar do edifício, pegou numa corrente e prendeu-me junto ao pilar. Voltou a sair regressando logo a seguir com uma refeição e disse-me se te portares bem deixo-te ir dormir lá acima ao quarto se não dormes aqui. Sem saber como reagir deixei-a dar-me de comer, voltado a ficar amordaçado de seguida. Ela retirou a corrente e deitou-me no seu colo onde levei várias palmadas ficando com o rabo a arder. Disse-me que eram por não ter portado bem. Colocou-me uma coleira e prendeu a corrente á grade da janela, disse-me que ela tinha comprimento suficiente para eu poder me deslocar na adega e usar a casa de banho que existia a um canto. Voltou a sair e fiquei sozinho durante o resto do dia. Á noite ela regressou com outra refeição e voltou a dar-me de comer. Levantou-se saiu e regressou com um cobertor e disse-me vais dormir aqui esta noite porque não me tratas-te por senhora. Fiquei quase com lágrimas nos olhos e baixei a cabeça. No dia seguinte ela apareceu devia ser perto do meio-dia, e ao retirar-me a gag, disse-lhe bom dia minha senhora, ela riu-se e disse já é boa tarde mas o esforço, gostei. Retirou-me a corrente que estava presa à coleira e seguia ao rés-do-chão da casa até à sala e lá estava a militar da GNR, ela riu-se e deu-me uma palmada no rabo. A senhora Sara retirou as algemas e massajei os pulsos que estavam doridos, mandou-me tomar banho e vestir a roupa que tinha deixado na casa de banho, cumpri as suas ordens regressando á sala com um vestido azul e uma lingerie também azul. Almoçamos e mandaram-me lavar a louça. A militar estava fora de serviço e ambas foram para a piscina fui ter com elas e ambas começaram a dizer como deveria agir e a ser mais feminina, o resto das férias correu com diversas brincadeiras a três e por fim quando regressamos a Lisboa voltei a vestir-me só com as minhas roupas. Sara disse-me que ia para o Porto no mês seguinte e que eu deveria todos os dias em casa andar com as roupas que tínhamos comprado. Fomos até à gare do oriente e enquanto esperava pelo alfa a funcionária da loja veio se despedir de mim e perguntou se eu tinha gostado da irmã que era a militar da GNR. Sorri e entrei para o comboio e parti. Desde esse dia que em casa uso lingerie e não só. A Sara vem daqui a uns dias e vamos voltar a estar juntos.
domingo, 16 de março de 2008
Inicio de um argumento
Escrevi este texto para o forum triskelion, é uma espécie de argumento. Se alguem desejar contribuir esteja a vontade.
Tudo começou uma tarde quando o [u]sub[/u] (nome a designar) contactou a [u]Domme[/u] (nome a designar) através de um fórum vocacionado para a temática BDSM (algo do tipo do Triskelion), após alguns dias de contactos via net (msn, fórum, chat) e telemóvel, resolvem encontrar-se para um cafezinho.
Á entrada do café, [u]sub[/u] senta-se junto a porta como combinado e espera pela [u]Domme[/u]. Passado alguns minutos e ela chega e pergunta-lhe:
- És o [u]sub[/u], certo?
- Sim sou. Respondo sem dirigir o meu olhar para a sua face.
- Já tomas-te alguma coisa? Pergunta-me
- Ainda não, cheguei a poucos minutos e o empregado ainda não pode vir me atender. Respondo-lhe, continuando sem dirigir o meu olhar.
Chega o empregado e pedimos dois cafés. Este afasta-se e voltamos a nossa conversa.
- Podes olhar para mim, não te vou bater, pelo menos, não agora. Responde-me ela sorrindo.
Olho e fico por breves instantes a apreciar a sua beleza, ela é morena, de pele clara, olhos esverdeados, cabelos mais ou menos longos ondulados, corpo normal, mulher na casa dos 25-30 anos.
- És como te descreves, moreno, cabelos curtos negros, olhos castanhos, um bocadinho para o forte, mas não muito. Que idade tens ao certo? Pergunta-me
- 28. Respondo-lhe
Ela retira um pequeno bloco de notas da carteira, e começa a folheá-lo.
- Quando uso a net, tenho o hábito de tirar notas, acho que já to tinha dito, não? Pergunta-me
- Não, mas esteja a vontade? Respondo calmamente sem problemas.
- Pelo que falamos nestes últimos dias, és switcher mas preferes ser sub, pelo menos perante mulheres. Tens alguma experiência em quer como sub e Dom, mas já há algum tempo a esta parte que dentro do bdsm não fazes nada? Pergunta-me
- Sim é verdade, como lhe tinha dito anteriormente, iniciei-me dentro do contexto BDSM com uma ex-namorada com quem vivi e enquanto durou a nossa relação, fomos experimentando e aos pouco estabelecendo o que gostávamos e o que não gostávamos, éramos os dois os switcher.
- Sim estou a ver, mas e agora estás envolvido numa relação ou não tens ninguém na tua vida?
- Neste momento, estou livre de qualquer relação. Terminei há algum tempo uma, porque ambos já não sentíamos atracção um pelo outro.
- E nesta ultima relação era inserida no contexto bdsm ou não?
- Apesar de ter tentado abordar o assunto, ela não estava muito interessada. Não era algo que a atrai-se.
- Compreendo, e foi só por isso que acabaram?
- Não, não apenas por isso, a chama nunca foi muito forte.
- Ok, agora ao que realmente interessa. Estás pronto para iniciar uma relação DS? Diz-me quais os teus limites? Diz-me ela com um ar decidido.
- Não me agrada nada que tenha a ver com medical-play, zoofilia, menores, esse tipo de práticas.
- O que gostas?
- Bondage, role-play, algemas, vendas, spanking, este tipo de práticas.
- Se eu quiser te mostrar aos meus amigos(as), terias algum problema? Actividades em publico? Gostas de encarnar personagens?
- Hum… estou a ter umas ideias óptimas para fazer contigo. Já agora o que sabes fazer em casa?
- Para alem dos trabalhos básicos quer como electricista, arranjar umas tomadas, trocar lâmpadas, coisas assim , também me desenrasco como de canalizador e tenho algum jeito para carpintaria…
- Sim, mas não me referia a esses trabalhos, referia-me aos outros…
- Outros…? Pergunto, já com alguma curiosidade.
- Sim, sabes que por aquilo que falamos anteriormente, gostas de role-play. Tenho algumas personagens em mente para tu interpretares.
- Ok, Se me permite gostaria de fazer algumas perguntas?
- Claro, reservo-me o direito de as responder ou não.
- Tem mais algum sub?
- Se te aceitar serás o único sub masculino de momento, mas tenho subs femininas?
- Se me aceitar onde teremos as nossas sessões?
- Caso te escolha irás para uma pequena propriedade que herdei recentemente, não muito longe daqui, é relativamente perto pelo menos de carro.
- Se não for indiscrição o que faz, está com alguém?
- A segunda parte da pergunta é um pouco pessoal, mas se realmente queres saber sou professora num colégio privado e neste momento apenas estou com as minhas subs, como tu também a minha última relação terminou porque não partilhávamos os mesmos interesses. Mas tem em mente isto, normalmente não tenho relações com os meus subs masculinos. Não estou a procura de…
- Não a queria ofender, não era essa a intenção…
- Não ofendeste, não te preocupes, seja como for pode ser que venhas a ter umas surpresas, algo que não estás a contar… Diz ela sorrindo.
Após mais uns minutes de conversa a [u]Domme[/u] recebe uma chamada e diz.
- Bem [u]sub[/u] seja como for, vou ter de ir. Daqui a uns dias falo contigo. Adeus.
Passado uns dias, [u]sub[/u] recebe uma mensagem com o seguinte texto:
“
Olá [u]sub[/u] se estás decidido a ir em frente com o que falamos vem ter a “quinta (local a designar)”, por volta das 15h30, não te atrases.
”
Chegando á “quinta (local designar)” (que fica um pouco afastada da aldeia mais próxima junto a uma estrada nacional), encontro o portão entreaberto com um envelope preso ao mesmo, abro o envelope e nele leio a seguinte mensagem:
”
Deves ter vindo com o teu automóvel, se seguires o caminho até a casa principal, verás a tua direita um parque coberto onde podes parquear a tua viatura, quando o fizeres, espera por mim junto a viatura que devo estar de volta ás 16h30 o mais tardar.
[u]Domme[/u]
P.S. Deixa o portão fechado e leva o envelope contigo
.”
Após executar o que estava indicado aproveito para observar o local onde me encontro, apercebo-me que é uma quinta não muito grande com três edifícios, a casa principal, um pequeno anexo, uma garagem e o pequeno parque para visitas e uma piscina que deve rondar os 40 a 60 metros quadrados. Todos os edifícios tem paredes brancas com janelas de madeira num castanho-escuro e portadas também de madeira na mesma cor, o telhado é de telhas pretas. A delimitar o espaço da quinta tem um muro de pedra com cerca de 1,80 a 2 metros de altura com arame farpado no topo a toda a volta e pintado de branco, o portão de acesso é de ferro pintado também de castanho-escuro, Tudo isto passa-se a uma sexta de tarde no Outono, uma tarde daquelas em que ora chove ora faz sol.
Cerca das 16h30, ouço uma viatura a aproximar-se parando junto ao portão, passado alguns segundos o condutor da viatura buzina algumas vezes, o que me deixa intrigado, motivo pelo qual aproximo-me e vejo que o condutor é a [u]Domme[/u], que me faz sinal para abrir o portão, o que faço rapidamente, ao passar por mim, abre a janela da viatura e diz-me “fecha o portão e vem ter á garagem”. Após fechar o portão dirijo-me para a garagem e ela apenas diz “segue-me”, o que faço sem questionar. Dirigimo-nos para a casa principal onde ao entrar no hall de entrada a [u]Domme[/u] ordena-me que coloque tudo o que trago num pequeno cesto, o que cumpro deixando no cesto: o telemóvel (desligo-o), a carteira, o relógio, os óculos de sol e as chaves do carro e de casa.
- Muito bem, não te preocupes. Que, quando saíres, tens tudo a tua disposição.
- Sim Senhora.
- Muito bem, segue-me.
Ao segui-la vou tendo uma visita guiada ao andar térreo da casa, ficando a saber onde fica a sala de estar, sala de jantar, cozinha, lavandaria, arrumos, casa de banho comum, paramos junto a uma porta que se encontra fechada.
- Este será por o teu quarto, é pequeno tens apenas alguns metros quadrados e este será o teu espaço, Repara que encontra-se limpo e assim deverás manter.
- Sim Senhora.
Reparo que o quarto não tem janelas, o único acesso é a porta por onde entrei, um dos cantos junto ao tecto reparo que está colocada uma pequena camera de vigilância, de resto o quarto está desprovido de mobília, exceptuando uma cadeira que também se encontra a um canto do quarto tendo apenas alguns cobertores e uma almofada juntamente com uma caixa, tudo dobrado e empilhado na cadeira, a única forma de iluminação é uma lâmpada no tecto em que o interruptor fica da parte de fora do quarto.
- Quando eu sair, abre a caixa e segue as instruções que te deixo escritas, volto daqui a 30 minutos.
- Sim Senhora.
A [u]Domme[/u] ao sair tranca a porta. Abro a caixa onde encontro uma lingerie, uma farda de criada, uns sapatos com um pequeno tacão, uma gag, umas algemas duplas (pulsos/tornozelos), uma venda, um bloco de notas e uma caneta, junto encontro um bilhete que diz:
“
Penso que agora percebes finalmente o que eu queria dizer com outros trabalhos, uma das personagens que irás interpretar será a de uma criada, ou seja a Minha Criada. Por agora quero que vistas a lingerie, a farda e calces os sapatos, deixa as algemas, a gag e a venda de lado. Estende um dos cobertores no chão a um dos cantos, coloca a almofada e deixa os outros dois cobertores dobrados aos pés deste. Quero que uses o bloco para descrever o teu dia a dia cá na quinta, mas quero que comeces pelo início, ou seja como nos conhecemos, as conversas que trocamos aquele encontro no café, poderás e deverás usa-lo para tomar notas das ordens que dou, deverás arranjar forma de o teres sempre contigo, para alem do que te indiquei poderás também escrever e/ou desenhares o que quiseres. Usa-o como um diário, ao qual apenas tu terás acesso.
[u]Domme[/u]
P.S. A camera é o meio que tenho para saber o que fazes quando não estás na minha presença.
”
A continuar….
subJimi
Tudo começou uma tarde quando o [u]sub[/u] (nome a designar) contactou a [u]Domme[/u] (nome a designar) através de um fórum vocacionado para a temática BDSM (algo do tipo do Triskelion), após alguns dias de contactos via net (msn, fórum, chat) e telemóvel, resolvem encontrar-se para um cafezinho.
Á entrada do café, [u]sub[/u] senta-se junto a porta como combinado e espera pela [u]Domme[/u]. Passado alguns minutos e ela chega e pergunta-lhe:
- És o [u]sub[/u], certo?
- Sim sou. Respondo sem dirigir o meu olhar para a sua face.
- Já tomas-te alguma coisa? Pergunta-me
- Ainda não, cheguei a poucos minutos e o empregado ainda não pode vir me atender. Respondo-lhe, continuando sem dirigir o meu olhar.
Chega o empregado e pedimos dois cafés. Este afasta-se e voltamos a nossa conversa.
- Podes olhar para mim, não te vou bater, pelo menos, não agora. Responde-me ela sorrindo.
Olho e fico por breves instantes a apreciar a sua beleza, ela é morena, de pele clara, olhos esverdeados, cabelos mais ou menos longos ondulados, corpo normal, mulher na casa dos 25-30 anos.
- És como te descreves, moreno, cabelos curtos negros, olhos castanhos, um bocadinho para o forte, mas não muito. Que idade tens ao certo? Pergunta-me
- 28. Respondo-lhe
Ela retira um pequeno bloco de notas da carteira, e começa a folheá-lo.
- Quando uso a net, tenho o hábito de tirar notas, acho que já to tinha dito, não? Pergunta-me
- Não, mas esteja a vontade? Respondo calmamente sem problemas.
- Pelo que falamos nestes últimos dias, és switcher mas preferes ser sub, pelo menos perante mulheres. Tens alguma experiência em quer como sub e Dom, mas já há algum tempo a esta parte que dentro do bdsm não fazes nada? Pergunta-me
- Sim é verdade, como lhe tinha dito anteriormente, iniciei-me dentro do contexto BDSM com uma ex-namorada com quem vivi e enquanto durou a nossa relação, fomos experimentando e aos pouco estabelecendo o que gostávamos e o que não gostávamos, éramos os dois os switcher.
- Sim estou a ver, mas e agora estás envolvido numa relação ou não tens ninguém na tua vida?
- Neste momento, estou livre de qualquer relação. Terminei há algum tempo uma, porque ambos já não sentíamos atracção um pelo outro.
- E nesta ultima relação era inserida no contexto bdsm ou não?
- Apesar de ter tentado abordar o assunto, ela não estava muito interessada. Não era algo que a atrai-se.
- Compreendo, e foi só por isso que acabaram?
- Não, não apenas por isso, a chama nunca foi muito forte.
- Ok, agora ao que realmente interessa. Estás pronto para iniciar uma relação DS? Diz-me quais os teus limites? Diz-me ela com um ar decidido.
- Não me agrada nada que tenha a ver com medical-play, zoofilia, menores, esse tipo de práticas.
- O que gostas?
- Bondage, role-play, algemas, vendas, spanking, este tipo de práticas.
- Se eu quiser te mostrar aos meus amigos(as), terias algum problema? Actividades em publico? Gostas de encarnar personagens?
- Hum… estou a ter umas ideias óptimas para fazer contigo. Já agora o que sabes fazer em casa?
- Para alem dos trabalhos básicos quer como electricista, arranjar umas tomadas, trocar lâmpadas, coisas assim , também me desenrasco como de canalizador e tenho algum jeito para carpintaria…
- Sim, mas não me referia a esses trabalhos, referia-me aos outros…
- Outros…? Pergunto, já com alguma curiosidade.
- Sim, sabes que por aquilo que falamos anteriormente, gostas de role-play. Tenho algumas personagens em mente para tu interpretares.
- Ok, Se me permite gostaria de fazer algumas perguntas?
- Claro, reservo-me o direito de as responder ou não.
- Tem mais algum sub?
- Se te aceitar serás o único sub masculino de momento, mas tenho subs femininas?
- Se me aceitar onde teremos as nossas sessões?
- Caso te escolha irás para uma pequena propriedade que herdei recentemente, não muito longe daqui, é relativamente perto pelo menos de carro.
- Se não for indiscrição o que faz, está com alguém?
- A segunda parte da pergunta é um pouco pessoal, mas se realmente queres saber sou professora num colégio privado e neste momento apenas estou com as minhas subs, como tu também a minha última relação terminou porque não partilhávamos os mesmos interesses. Mas tem em mente isto, normalmente não tenho relações com os meus subs masculinos. Não estou a procura de…
- Não a queria ofender, não era essa a intenção…
- Não ofendeste, não te preocupes, seja como for pode ser que venhas a ter umas surpresas, algo que não estás a contar… Diz ela sorrindo.
Após mais uns minutes de conversa a [u]Domme[/u] recebe uma chamada e diz.
- Bem [u]sub[/u] seja como for, vou ter de ir. Daqui a uns dias falo contigo. Adeus.
Passado uns dias, [u]sub[/u] recebe uma mensagem com o seguinte texto:
“
Olá [u]sub[/u] se estás decidido a ir em frente com o que falamos vem ter a “quinta (local a designar)”, por volta das 15h30, não te atrases.
”
Chegando á “quinta (local designar)” (que fica um pouco afastada da aldeia mais próxima junto a uma estrada nacional), encontro o portão entreaberto com um envelope preso ao mesmo, abro o envelope e nele leio a seguinte mensagem:
”
Deves ter vindo com o teu automóvel, se seguires o caminho até a casa principal, verás a tua direita um parque coberto onde podes parquear a tua viatura, quando o fizeres, espera por mim junto a viatura que devo estar de volta ás 16h30 o mais tardar.
[u]Domme[/u]
P.S. Deixa o portão fechado e leva o envelope contigo
.”
Após executar o que estava indicado aproveito para observar o local onde me encontro, apercebo-me que é uma quinta não muito grande com três edifícios, a casa principal, um pequeno anexo, uma garagem e o pequeno parque para visitas e uma piscina que deve rondar os 40 a 60 metros quadrados. Todos os edifícios tem paredes brancas com janelas de madeira num castanho-escuro e portadas também de madeira na mesma cor, o telhado é de telhas pretas. A delimitar o espaço da quinta tem um muro de pedra com cerca de 1,80 a 2 metros de altura com arame farpado no topo a toda a volta e pintado de branco, o portão de acesso é de ferro pintado também de castanho-escuro, Tudo isto passa-se a uma sexta de tarde no Outono, uma tarde daquelas em que ora chove ora faz sol.
Cerca das 16h30, ouço uma viatura a aproximar-se parando junto ao portão, passado alguns segundos o condutor da viatura buzina algumas vezes, o que me deixa intrigado, motivo pelo qual aproximo-me e vejo que o condutor é a [u]Domme[/u], que me faz sinal para abrir o portão, o que faço rapidamente, ao passar por mim, abre a janela da viatura e diz-me “fecha o portão e vem ter á garagem”. Após fechar o portão dirijo-me para a garagem e ela apenas diz “segue-me”, o que faço sem questionar. Dirigimo-nos para a casa principal onde ao entrar no hall de entrada a [u]Domme[/u] ordena-me que coloque tudo o que trago num pequeno cesto, o que cumpro deixando no cesto: o telemóvel (desligo-o), a carteira, o relógio, os óculos de sol e as chaves do carro e de casa.
- Muito bem, não te preocupes. Que, quando saíres, tens tudo a tua disposição.
- Sim Senhora.
- Muito bem, segue-me.
Ao segui-la vou tendo uma visita guiada ao andar térreo da casa, ficando a saber onde fica a sala de estar, sala de jantar, cozinha, lavandaria, arrumos, casa de banho comum, paramos junto a uma porta que se encontra fechada.
- Este será por o teu quarto, é pequeno tens apenas alguns metros quadrados e este será o teu espaço, Repara que encontra-se limpo e assim deverás manter.
- Sim Senhora.
Reparo que o quarto não tem janelas, o único acesso é a porta por onde entrei, um dos cantos junto ao tecto reparo que está colocada uma pequena camera de vigilância, de resto o quarto está desprovido de mobília, exceptuando uma cadeira que também se encontra a um canto do quarto tendo apenas alguns cobertores e uma almofada juntamente com uma caixa, tudo dobrado e empilhado na cadeira, a única forma de iluminação é uma lâmpada no tecto em que o interruptor fica da parte de fora do quarto.
- Quando eu sair, abre a caixa e segue as instruções que te deixo escritas, volto daqui a 30 minutos.
- Sim Senhora.
A [u]Domme[/u] ao sair tranca a porta. Abro a caixa onde encontro uma lingerie, uma farda de criada, uns sapatos com um pequeno tacão, uma gag, umas algemas duplas (pulsos/tornozelos), uma venda, um bloco de notas e uma caneta, junto encontro um bilhete que diz:
“
Penso que agora percebes finalmente o que eu queria dizer com outros trabalhos, uma das personagens que irás interpretar será a de uma criada, ou seja a Minha Criada. Por agora quero que vistas a lingerie, a farda e calces os sapatos, deixa as algemas, a gag e a venda de lado. Estende um dos cobertores no chão a um dos cantos, coloca a almofada e deixa os outros dois cobertores dobrados aos pés deste. Quero que uses o bloco para descrever o teu dia a dia cá na quinta, mas quero que comeces pelo início, ou seja como nos conhecemos, as conversas que trocamos aquele encontro no café, poderás e deverás usa-lo para tomar notas das ordens que dou, deverás arranjar forma de o teres sempre contigo, para alem do que te indiquei poderás também escrever e/ou desenhares o que quiseres. Usa-o como um diário, ao qual apenas tu terás acesso.
[u]Domme[/u]
P.S. A camera é o meio que tenho para saber o que fazes quando não estás na minha presença.
”
A continuar….
subJimi
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
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